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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O dia-a-dia de um Blogueiro.


   O dia-a-dia de um blogueiro, não é fácil, você tem que se preocupar com muita coisa, procurar um conteúdo interessante para a sua postagem. Se preocupar em divulgar seu blog, responder comentários e postar bastante.
 
  Nunca peça comentários de uma forma exagerada, você tem que divulgar com moderação e paciência. Não adianta seu blog ser bom e você não divulgar e nem ter paciência com seus leitores e seguidores. Se você for paciente e aceitar as opiniões dos leitores concerteza você fará um grande sucesso.

   Procure sempre respeitar as opiniões dos leitores e dê a sua. Se você não gostar de um comentário, mantenha a calma e responda com sutileza. Não adianta você sair xingando a pessoa que comentou, pois isso não vai dá um nada.
 
   Uma coisa boa também, é visitar blogs, isso sempre dá mais um UP no seu. Tente postar assuntos que dê uma liberdade de expressão, para que os leitores possa dar as suas opiniões e para que você possa interagir com os mesmos.

A vaca foi pro brejo? Não, foi pro telhado.

Vaca pastava em um barranco quando escorregou e caiu sobre o telhado, depois de passar por cima de um muro. Foto: Bombeiros/Divulgação

 Ao invés da vaca ir pro brejo ela foi pro telhado. As pessoas podem achar engraçado mas esse fato ocorreu de verdade.
Na madrugada de terça-feira uma vaca que pastava no barranco de um sítio escorregou e caiu sobre o telhado de uma casa em Minas Gerais. A coitada da vaca pesava cerca de 600 kg, e ficou presa no telhado desta casa que quebrou durante a queda.
As duas pessoas que moravam nessa casa estavam dormindo no momento em que o telhado quebrou. Felizmente ninguém ficou ferido.
Para retirar  a vaca, os bombeiros tiverem que utilizar cordas e um guindaste. O animal estava muito agitado   por isso os bombeiros tiveram que seda-la. O funcionário do sítio onde a vaca pastava informou que o dono irá ressarcir pelos danos causados pela vaca.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Desigualdade Social entre ricos e pobres. Um problema de todos.



Existem muitos ricos e muitos pobres no mundo todo. Só que no Brasil a situação é a pior. Muitos com pouco, e poucos com muito, e o pior parece que isso nunca vai acabar, tudo começa com os nossos governadores e com as pessoas ricas que não estão nem ai para a população mais pobre.  
Se o governo abrir mais formas de trabalhos, quem sabe essa desigualdade não diminua? Se o nosso governo e os ricos diminuíssem seus salários e ajudassem os mais necessitados, o Brasil não estaria assim, com essa imensa desigualdade. Se houvesse empregos para todos os brasileiros nós não chegaríamos a esse estado inaceitável de grandes desigualdades sociais entre ricos e pobres. 
Os governantes parecem que estão preocupados com a educação e desenvolvimento social e profissional das pessoas de classe média baixa, mais na verdade eles não estão nem aí. Não são todos os governantes que pensam assim, é claro. Mais muitos pensam ao contrário. Se cada um ajudassem um pouco quem precisa, a desigualdade seria muito menor.  






Inveja Mata.


A inveja sem dúvida, é uma das piores coisas do mundo. Sempre tem um invejoso perto de nós, queira ou não.  Esse tipo de gente nunca vai deixar de existir, mais agente tem que aprender a conviver com esses elementos inaceitáveis na nossa vida. 


Se inveja matasse um genocídio já teria acontecido, porque o número de pessoas invejosas é muito grande. Basta um elogio para um buraco se abrir sob essa pessoa e ela começar te desejar o pior, pois quer tudo o que você quer. 

Isso realmente é uma falta de caráter e respeito. Mas "inveja boa" não existe? Pra mim não, não existe esse negócio de boa ou ruim. Inveja é a mesma coisa em todos os lugares, todos os sentidos, todas as línguas, onde estiver, será assim. É um sentimento tão inferior que dá nojo de olhar para pessoas que só querem o que você tem e só querem o seu mal. Esse sentimento absurdo acaba com as pessoas que sentem isso, e com as pessoas que sofrem com isso, infelizmente não podemos fazer nada, mais isso tem que acabar. 

E você, o que tem a dizer sobre a Inveja?


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Álcool na adolescência.

   




  Ah fala sério, gente! Os pais hoje em dia já tem bastante problemas, ou seja, filhos bastante problemáticos.”Você não manda em mim!!” ou “Foi só sexo” e até “Todo mundo faz. Porque eu não posso?”.

Mas “Ah, sem álcool não tem graça.”?
Aaaaaahhhh!!!! Esse mundo está mesmo prá lá de perdido.
Eu não sou mais criança? É claro que é!!
 
   Se a criatura não tem maturidade pra saber a hora de parar, tem que começar a arranjar providencias já né. O adolescente quer mostrar que tem maturidade de outro jeito e que de quebra não seja inútil. E o pior é que não é nem porque gosta da bebida.        

   É o prazer de beber e dizer que é o bonzão. Final da história: O “bonzão” vai pro hospital em coma  alcoólico, mas o pior é que depois de tudo ele vai voltar a beber igual a um retardado mental. Qual é a graça disso?

”Ah, eu fiquei em coma alcoólico, mas que eu bebi, bebi”.
 
   Ah, ta. Agora senta lá troll. Quietinho no cantinho da disciplina, ta? Putz!! Eu não vejo graça nenhuma nisso. Tá bom que na adolescência o povo quer “zoar”, mas zoem com moderação ok?
Por mais besta que você seja, tem gente que se preocupa com você.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

NÃO ao PRECONCEITO.



    Preconceito, pra mim é uma coisa tão ridícula que nem faz parte do meu dia-a-dia, conheço pessoas que sofrem preconceito quanto a opção sexual quanto a sua cor. Algumas pessoas de hoje não sabem lidar com os homossexuais, acham que ser Gay, é uma ofensa aos que são heterossexuais. Eu não acho que isso é uma ofensa, pelo ao contrário eu apoio os Gays.

   Acho que eles tem que ter os mesmos direitos que os heteros, porque alguns nem arranjam empregos devido a esse preconceito. Isso também ocorre com os negros, gente eu particularmente adoro a cor Negra, agora me explica pra que ter preconceito racial? Isso faz tão mal pra pessoas que sofrem preconceito, tem umas que se matam por causa disso. Isso não pode ser assim, isso tem que acabar imediatamente, como que as pessoas querem um Brasil e um mundo melhor sem preconceito sem violência se elas não fazem por onde? 

   Como que isso é capaz, se você quer um Brasil sem preconceito tanto racial quanto sexual, comece você que pratica esse ato ridículo de preconceito a mudar pra todos terem um Brasil melhor, porque preconceito não leva simplesmente a nada.



domingo, 14 de novembro de 2010

Bulimia Nervosa.


   Bulimia nervosa é uma disfunção alimentar. Tem incidência maior a partir da adolescência e de 3 a 7% da população, embora seja difícil mapear o real número de pessoas que sofrem da doença, uma vez que ela está cercada de preconceitos e é difícil para o próprio doente confessar seu problema. Cerca de 90% dos casos ocorre em mulheres. A pessoa bulímica, de acordo com os critérios diagnósticos do CID 10, tende a apresentar períodos em que se alimenta em excesso, muito mais do que a maioria das pessoas conseguiriam se alimentar em um determinado espaço de tempo, seguidos pelo sentimento de culpa e tentativas para evitar o ganho de peso com jejuns, exercícios, vômitos auto-induzidos, laxantes, diuréticos e/ou enemas. Exite também trabalhos acadêmicos recentes relatando que a ingestão alimentar excessiva caracteriza-se muitas vezes pelo sentimento subjetivo de excesso do que excesso propriamente dito. Mas, de toda forma, o CID 10 conceitua a questão de uma ingesta excessiva objetiva para fins diagósticos. Ainda sobre critérios diagnósticos, esses episódios de intensa ingesta devem ocorrer pelo menos duas vezes por semana. Além disso, deve estar presente uma sensação de que se é incapaz de controlar o que se come, bem como movimentos no sentido de compensar a "farra" alimentar. Outro item diagnóstico é a percepção de uma avaliação do indivíduo calcada exageradamente em critérios corporais, como se qualquer alteração na forma alterasse a própria existência do indivíduo como um todo. Esse último item se refere a distorção da imagem corporal.
   
Para "compensar" o ganho de peso, o bulímico exercita-se de forma desmedida, vomita o que come e faz uso excessivo de laxantes, diuréticos e enemas. Essas pessoas podem ainda jejuar por um dia ou mais também na tentativa de compensar o comer compulsivo, muitas vezes entrando em um repetivivo ciclo de intensa restrição alimentar alternadas com farras culposas que o levam ao sistema compensatório. A própria restrição alimentar excessiva pode ser uma das desencadeadoras dos episódios compulsivos. O bulímico geralmente se encontra com peso normal, levemente aumentado ou diminuído (mas não chegando à magreza da anorexia). Essa aparência de normalidade muitas vezes dificulta que se identifique o problema, o que muitas vezes leva a uma demora em se procurar ajuda.
Pacientes bulímicos costumam envergonhar-se de seus problemas alimentares e, assim, buscam ocultar seus sintomas. Dessa forma, as compulsões periódicas geralmente ocorrem sem o conhecimento dos pais, dos amigos ou das pessoas próximas.
Em alguns casos após a bulimia ter persistido por algum tempo, os pacientes podem afirmar que seus episódios compulsivos não mais se caracterizam por um sentimento agudo de perda de controle, mas sim por indicadores comportamentais de prejuízo do controle, tais como dificuldade a resistir em comer em excesso ou dificuldade para cessar um episódio compulsivo, uma vez que iniciado.
A bulimia costuma causar sofrimento psíquico e afeta áreas diversas do sujeito. O bulimíco não tem prejuízo somente da sua relação com a comida ou da sua relação com seu corpo. Ele se vê afetado em suas relações sociais - uma vez que festas e confraternizações envolvem alimentação. Ele se vê atormentado por uma questão que lhe é cotidiana (alimentação) e que não pode ser evitada, uma vez que todo indivíduo precisa se alimentar.Isso demonstra a dificuldade de se lidar com o transtorno alimentar (tanto para o sujeito que se vê afetado, quanto pelos demais à sua volta) É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.